
depois dos magalhães, as magalhonas. numa escola a cair da tripeça, onde se gela de frio no inverno e se destila de calor na primavera, em que as portas não fecham e as janelas não abrem, com uma tomada eléctrica por sala e vários fios a jorrar dos recém instalados projectores de vídeo, um quadro eléctrico que estoira quando em desespero se liga um aquecedor no inverno e que também desespera o piquete da edp, a boa notícia de final de ano lectivo:
não, não é o anúncio de eminente demolição e reconstrução (apesar das súplicas continuadas por obras urgentes) - são cento e tal computadeiras que chegam.
o facto de a escola não dispôr de rede (são os professores que pagam do seu bolso o acesso à rede, se querem utilizar os projectores de vídeo), nem sequer de espaços adequados (as cadeiras e mesas são um desafio ergonómico a adolescentes e adultos e responsáveis certamente por um acréscimo de infortúnios futuros na ortopedia), não desmoralizou o investimento nas novas tecnologias... nem vale a pena desencaixotá-las, empilhadas vão dar um jeitão para colocar mochilas, abafos e, quem sabe, assentos bem mais confortáveis do que as decrépitas cadeiras.
e pensar que aqui, ao virar da esquina está uma bela escola que vai ser reconstruída, mesmo sem ter sido tida nem achada e com obras feitas recentemente. tão recentemente que mesmo depois do anúncio da demolição prevista para o verão, insistiram em instalar por um par de meses os ditos projectores de vídeo em cada sala e por pouco, não fora a recusa irredutível dos responsáveis pela escola, a fibra óptica.
mistérios? não. é o ministério da educação.
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não, não é o anúncio de eminente demolição e reconstrução (apesar das súplicas continuadas por obras urgentes) - são cento e tal computadeiras que chegam.
o facto de a escola não dispôr de rede (são os professores que pagam do seu bolso o acesso à rede, se querem utilizar os projectores de vídeo), nem sequer de espaços adequados (as cadeiras e mesas são um desafio ergonómico a adolescentes e adultos e responsáveis certamente por um acréscimo de infortúnios futuros na ortopedia), não desmoralizou o investimento nas novas tecnologias... nem vale a pena desencaixotá-las, empilhadas vão dar um jeitão para colocar mochilas, abafos e, quem sabe, assentos bem mais confortáveis do que as decrépitas cadeiras.
e pensar que aqui, ao virar da esquina está uma bela escola que vai ser reconstruída, mesmo sem ter sido tida nem achada e com obras feitas recentemente. tão recentemente que mesmo depois do anúncio da demolição prevista para o verão, insistiram em instalar por um par de meses os ditos projectores de vídeo em cada sala e por pouco, não fora a recusa irredutível dos responsáveis pela escola, a fibra óptica.
mistérios? não. é o ministério da educação.
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4 comentários:
será que tu trabalhas nas minha escola?
hummm....
:)
Olá, colega!
©
pois, parece que não, não é!....
olá colegaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
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